Fibromialgia: O mal da modernidade?

14/02/2016

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Quadros muito semelhantes à fibromialgia podem ser artificialmente desencadeados em camundongos, coelhos, macacos e outros mamíferos. Se estes pobres “voluntários compulsórios” de nossos experimentos, relativamente distantes (ou relativamente próximos), do ponto de vista evolutivo, são capazes de sentir as dores da fibromialgia, então é provável que esta síndrome tenha acompanhado nossa espécie desde seu início. No entanto ela não havia recebido nenhuma atenção específica de nossos antepassados médicos antes do século XVIII. Descrições de dores musculares difusas podem ser encontradas na literatura daquele século, e o termo “reumatismo muscular” era às vezes utilizado para descrever doenças musculoesqueléticas dolorosas crônicas não deformantes. Moderno ou antigo, este é um diagnóstico cada vez mais empregado, o que leva a uma impressão de “epidemia”. A despeito do uso frequente, uma série de polêmicas paira sobre este diagnóstico. Estas polêmicas, sem dúvida, são derivadas de significantes lacunas de nosso conhecimento sobre a condição, e de uma clara ineficácia (em longo prazo) do tratamento que é normalmente empregado. Descubra o que se sabe, e o que não se sabe, sobre fibromialgia e as demais síndromes dolorosas crônicas. Clique aqui.

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